MURAL AMEI

OPINIÃO DOS INTERNAUTAS
ESTE ESPAÇO É RESERVADO PARA A OPINIÃO DOS MORADORES, COMERCIANTES E AMIGOS DO IPSEP E DO RECIFE

Envie-nos por e-mail ameiipsep@gmail.com sua opinião, critica, sugestão, elogio, denúncia, etc.  que publicaremos aqui nesta seção

(última atualização dia 05/08/2010 )
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MAI-JUNHO/10 JUL-AGOSTO/10 SET-OUT/10 NOV-DEZEMBRO/10 JAN/11
 

######################################## MAIO/JUNHO2010

"A Cidade do Recife encontra-se numa situação de caos administrativo sem precedentes. Mesmo contando com as parcerias do Governo do Estado e Federal, o que vemos hoje, é o abandono total. Uma vergonha! As galerias encontram-se obstruídas, provocando inundações com qualquer chuva. Quase toda a Cidade está mal iluminada. A maioria das pontes sujas e escuras, bem como as praças. Como se não bastasse, no centro da cidade, agora também os bairros estão tomados por invasões, por exemplo: IPSEP. O que falta para esta administração é decisão política, disposição, coerência e zelo pela coisa pública. Entra prefeito e sai prefeito e nada muda no Recife todo. É só promessas vazias. A cidade virou um território sem lei, com a criação de novas fevelas e agora com as praças e calçadas ocupadas, abandonadas e servindo para o tráfico de drogas, como aqui no IPSEP. Você ainda acredita que temos um prefeito nessa cidade, e que vamos mudar isso?". José Mendes Macena, IPSEP, por e-mail

"Com a degradação da qualidade de vida no IPSEP, os proprietários de imóveis no bairro perdem com a desvalorização do seu patrimônio; piora cada vez mais o trânsito, antecipa-se o colapso no sistema de esgotamento sanitário e pluvial, abastecimento de água, energia e telefone; degrada o meio ambiente com mais despejo do esgoto nos canais e rios; com a falta de segurança, os moradores perdem o direito de ir e vir, gastam com segurança particular, perdem seus bens e sofrem o risco de vida. O Comércio perde com a fuga dos clientes para os grandes centros de compras; com a falta de uma infra-estrutura adequada, os moradores e comerciantes perdem com as constantes inundações, esgotos correndo a céu aberto, lixo, ambulantes, sujeira, etc; Sem policiamento o bairro é visitado por marginais de dia, de noite e nas madrugadas, atrás de automóveis, o IPSEP é o bairro campeão de roubos de veículos na cidade. Sem a mobilização da população, perde-se mais ainda, porque não se consegue nenhuma melhoria, nenhuma obra de infra-estrutura, nenhum projeto, e o pior, não se conquista o devido respeito do poder público aos contribuintes do IPSEP". José Gomes Marinho, IPSEP, por e-mail

"Parabenizo o trabalho da AMEI e acredito que somente com uma entidade organizada e uma ampla participação dos moradores e comerciantes do bairro, poderemos viabilizar as nossas propostas junto aos poderes públicos. É visível sim a atuação da AMEI e a campanha a favor das nossas praças é, sem sombra de dúvida oportuna e bem elaborada. Parabéns também pelo excelente website e as fotos e textos nele publicados". Eduardo Mota, por e-mail

"O bairro do Ipsep, que ao longo das décadas ganhou fama de lugar pacato, está sofrendo a maculação dessa imagem. Tenho exemplos de familiares e amigos meus que presenciaram, nas proximidades das suas casas, vizinhos e amigos sendo assaltados ou tendo seus carros roubados. E a polícia parece ter muito pouco a fazer nesses momentos, pois só consegue alcançar os locais das ocorrências horas depois dos bandidos terem ido embora, mesmo com delegacia, Batalhão da PM e Núcleo de Segurança Comunitária próximos. Que providências podem ser tomadas pela segurança pública para tentar inibir essas agressões?" Frederico Antunes, IPSEP, por e-mail

"Diz o Dicionário Aurélio que acomodação é a "falta de ambição, de aspiração, desambição e conformismo". As queixas e reclamações, em qualquer ambiente, dão ao indivíduo e aos que o cercam a impressão de não se estar acomodado. Mas, de verdade, são o primeiro sinal de quem não quer mudar: "O Recife não tem solução"; "Não acredito mais nos políticos"; "Não temos neste Estado a menor perspectiva, etc., etc. Quando se deseja realmente algo, do fundo do coração, alguma coisa se faz por alcançá-lo e nasce alegria só de tentá-lo. Por isso, posso até afirmar: os recifenses aprenderam a sofrer e, mesmo que neguem sistematicamente, são pessoas que gostam de sofrer. Se examinarmos suas vidas, as veremos estruturadas para o sofrimento. Suas queixas começam a congregar as pessoas em torno delas dentro das instituições que se transformam, assim, a Cidade num extenso muro de lamentações. As instituições se tornam, dessa forma, o lugar ideal de culto ao negativo, aos limites da realidade, à incompetência, à desgraça e ao mal. Essa acomodação nos protege e nos dá a falsa sensação de segurança, mas em troca nos mata emocionalmente; é a forma mais sutil de deterioração e suicídio, seja profissional ou pessoal. E a esperança? É a antítese da acomodação. É a crença de que enquanto estivermos entre os vivos, temos a obrigação de crescer e descobrir novos rumos, novos caminhos, novas maneiras de lidar com o mundo e de estar no mundo. Somos sempre responsáveis pelas nossas escolhas." Alexandre Figueiredo – assessor de comunicação da AMEI, IPSEP, por e-mail

"A atividade de seqüestrador, até pouco tempo dominada por profissionais, virou bico de amador; muitos deles sem nem sequer antecedentes criminais. O perfil: jovem, desempregado ou subempregado, baixa escolaridade. Quantos policiais seriam necessários para controlar o risco provocado por jovens com tal perfil. A "eficiência" seria atingida apenas e tão-somente com o bombardeio aéreo dos bairros periféricos, a ponto de reduzir segmentos inteiros da população. Maluquice, claro. Para tirar o jovem do segmento mais afetado pelo desemprego da modorra não há mais alternativa, exceto a distribuição de centenas de milhares de bolsas, cavando recursos municipais, estaduais, federais, internacionais e do chamado terceiro setor. Dinheiro existe, basta focá-lo. Qualquer projeto que apresente uma política de segurança sem uma política de juventude, unindo renda mínima, reforço escolar e, se possível, transformando os candidatos a marginais em líderes comunitários, estará tapeando a sociedade e jogando o dinheiro do contribuinte fora." Armando Duarte, IPSEP, por e-mail

"Tenho acompanhado a AMEI e também me identificado com as questões levantadas em todas, sem falta!, as newsletters que li cuidadosamente. Sinto que o que estamos fazendo (e me incluo entre os que fazem) é importante e de muita responsabilidade, pois é o nosso futuro, em todo alcance, que está em jogo.Em conversas particulares menciono a existência da AMEI e também encaminho newsletters para amigos que não a conhecem. Em conversa com clientes, empresários com mais poder de barganha que eu, menciono a AMEI e a lógica de suas proposições para que uma simples conversa possa levar um prefeito a ser mais sensível a alguém que pode um dia financiar sua campanha. Tenho me emocionado de ver que a humanidade começa aqui, dentro do peito, ao saber que outros sentem o que eu também sinto a respeito do bairro que eu escolhi para morar e trabalhar. Participo pois de uma forma integral, em sentimentos e ações e é por isso que me senti motivado a gastar um pouco do meu tempo para alertá-los: Não se tornem antipáticos em sua vontade de fazer o que estão fazendo. Se vocês estão fazendo é por que isto lhes afeta de uma maneira mais forte que aos outros ou porque terão um retorno maior do que outros, assim como uma grande parte dos políticos de nosso país, ou porque tem mais condições do que muitos. Ao invés deste tom provocativo por que não divulgar melhor a AMEI usando um tom mais acolhedor, pedindo colaboração daquilo que os moradores puderem dar em prol desta causa. Pedir, por exemplo que todos mandem e-mails para as autoridades, ou cartas e telefonemas, o que nesta época de eleições faria muito efeito, ou ainda pedir para que todos acionem os jornais e televisões ao menor sinal de perturbações no IPSEP. Estas ações individuais podem dar muito retorno às causas por nós defendidas". Roberto Kronechi, IPSEP, por e-mail

"Estão Vossas Senhorias de parabéns pela eficiente Home Page. Em meus 59 anos de vida, 35 deles vividos no bairro do IPSEP, confesso fiquei comovida pela belíssima apresentação desta página. Foi nesse bairro que consegui os meus bons amigos, aqui constitui a minha família, aqui resido e não largo, enfim, aqui consegui conquistar todos os meus ideais. Estaremos também juntos lutando pelos direitos dos moradores. Sempre que possível, adentrarei a esta página, recomendando-a a todos os demais internautas." Carmem Maria Veloso, IPSEP, por e-mail

"Diz a velha máxima que a História só se repete duas vezes: uma vez como farsa, outra vez como tragédia. A política ambiental da Prefeitura do Recife é uma das mais perversas que a Cidade já presenciou. São as diretrizes que persistem no governo João da Costa, que caminham por essa via em todos os cantos da Cidade. Na Zona Sul não poderia ser diferente. Desta vez, não se trata exclusivamente do Parque dos Manguezais que já começa a ser loteado com o jeitinho das construtoras, imobiliárias e proprietários, nem a Praia, palco de festas eleitoreiras que sempre foram indossadas com a caneta amiga e liberal do poder público municipal. Desta vez, não se trata do despejo indiscriminado de esgoto na rede pluvial que mal tivesse discussão sobre a real capacidade dos bairros em tratamento do seu esgoto e sua eficácia na despoluição de nossos rios, canais e praia. Desta vez, o assunto em pauta terá que ser a construção indiscriminada de prédios gigantescos em Boa Viagem, no Pina e agora também no Centro. Como não poderia deixar de ser, a população do Recife, não aguenta mais e não consegue mobilização suficiente para barrar às intenções e nem poder de barganha dos especuladores. Por isso, apelo a Câmara Municipal e Assembléia Legislativa, aos representantes dos recifenses, que precisam se mostrar independentes, para dizer NÃO aos espigões, demonstrando a maturidade necessária e assumindo o comando das discussões sobre os problemas ambientais que assolam nossa Cidade e, sobretudo, sobre a experiência acumulada com farsas que ainda não descambaram em tragédias no Recife. Essa luta é de todos os Amigos do Recife e precisa começar logo...."João R. Gutemberg - Boa Viagem, por e-mail 

"Ideologismos à parte, a questão da má conservação da cidade do Recife é da (in)competência administrativa. O prefeito João da Costa demonstra a cada dia total inaptidão para o cargo que lhe foi conferido. Todavia, acho que todos nós pecamos quando não observamos essa situação sob outro prisma. Que tal usarmos um pouco de psicologia com o nosso prematuramente cansado prefeito João da Costa?
Em vez de criticá-lo vorazmente, que tal darmos espaço para ele abrir seu coração e revelar o motivo de tanto estresse? Uma das razões seria a herança deixada pelo outro João? O que tanto perturba o nosso menino prodígio? Ou é incompetência administrativa mesmo? " Mauro Menezes - IPSEP, por e-mail

"Será que precisamos de 37 vereadores para o funcionamento da Câmara Municipal do Recife? Mesmo porque, a maioria desse pessoal, após eleitos - independentemente de ideologia e partidos políticos -, acabam sempre apoiando o partido que estiver a frente da municipalidade, seja ele qual for. Um exemplo claro disso, é o atual prefeito João da Costa/PT, que não se sabe como e nem quanto custou, tem hoje, igualmente ao João antecessor, o apoio da maioria da casa. Além disso, esses vereadores nos provam a cada dia o mal que ociosidade pode fazer ao ser humano, inclusive ao senso de ridículo. E o resultado é a elaboração de uma série de projetos inúteis e a cidade fica entregue a própria sorte. Se o Recife ficasse um ano inteiro sem o prefeito e seus asseclas, inclusive os próprios vereadores, não iríamos nem perceber a diferença, se é que a cidade não ficaria bem melhor sem eles atrapalhando. Ter ou não esse pessoal "trabalhando" pela Cidade, mostraria a todos nós eleitores a besteira que fizemos, e serviria como reflexão para que em 2012 não cometamos novamente a burrice de eleger tamanha cambada de acéfalos inúteis." Jânio Guerra - IPSEP, por e-mail

######################################## JULHO/AGOSTO2010

"Incrível o descaso da polícia - que possui três núcleos de segurança no bairro do Ipsep (delegacia, quartel e outra delegacia na Imbiribeira) - com o tráfico de drogas na praça do terminal do ônibus Vila da Sudene. Pela manhã e principalmente à noite, após as 21h, grupos de jovens vindos da favela Dancing Days tomam conta do espaço que antes servia de lazer para os moradores e hoje é culto do uso e venda de maconha, cola e crack. Não sabemos o que fazer, já que temos três núcleos de segurança ao nosso redor que não fazem nada." Antonio Lima - IPSEP, por e-mail

"2 praças localizadas na avenida Recife se transformaram em pontos de prostituição. Garotas de programas, homeossexuais e travestis já se apresentam no local, inclusive atendem muitos clientes lá mesmo nos locais. Numa das praças, onde existe um comércio de plantas é cobrado pelo vigilante, uma taxa de R$ 2,00 para deixar usar o local como motel, na outra praça é grátis. Drogas são consumidas e camisinhas são deixadas pelas ruas. O resultado é que a vizinhança, além de ser obrigada a conviver com 2 favelas, agora puteiros, em locais que deveriam ser praças e servirem para o lazer dos moradores e, por causa do descaso das autoridades municipais, agora não pode nem mais sair de casa para não ser confundida com essa gentalha que tomou conta do pedaço." Cremilda Vasconcelos - IPSEP, por e-mail

"É lamentável que a Prefeitura do Recife não consiga por ordem na nossa cidade, permitindo que inúmeras invasões tomem conta dos principais corredores de tráfego da capital, mesmo instaladas em locais que deveriam ser praças, espaços públicos destinados ao lazer da população. As duas praças localizadas na avenida Recife são pequenos exemplos do total descaso. Quem chega de avião ao Recife já depara com esse descalabrio. Ainda dizem que a nossa cidade têm condições de sediar jogos da copa do mundo em 2014. Como pode?  se não consegue nem limpar o caminho onde passaram os turistas rumo ao novo estádio de futebol a ser construído. Não é pra menos que o Prefeito João da as Costa tem a sua administração classificada na penúltima colocação, segundo pesquisa DataFolha feita em todas capitais do Brasil. 2012 chegue logo, pelo amor de Deus. Que saudade do dr. Roberto Magalhães!" Cristiano H. Gomes - IPSEP, por e-mail

"A polêmica entorno das 2 praças invadidas no bairro do Ipsep é de total (ir)responsabilidade da prefeitura que errou feio ao permitir que a situação chegasse aonde chegou. Se estivesse atenta, não teria permitido que comerciantes ali se instalassem. Praças não podem e não devem ser transformadas em favelas, principalmente com exploração comercial, como acontece e se transformou esses locais. A bagunça, o barrulho e a sujeira acumulada todos os dias, resultado das atividades dos ocupantes retrata bem o descaso a que foram entregues a nossas pequenas praças em plena avenida principal, na avenida Recife. Sou adepta daqueles que pensam que o recifense não tem porque não cuidar devidamente daquilo que nos pertence. Vi certa vez em uma cidade, a seguinte frase: "Cidade limpa não é a que mais se varre e sim, a que menos se suja". Se, desejamos o bem de nossa cidade, vamos contribuir para que ela possa merecer um cuidado especial que, necessariamente, não deverá ser só do poder público. Pegando como exemplo a cidade de Natal/RN, verificamos o zelo e o cuidado de seu povo que ostenta uma cidade bem cuidada e bonita e que tem suas praças adotadas por empresas parceiras. Se a Prefeitura do Recife não está em condições de cuidar sozinha dessas praças, que busque parceiros nas diversas empresas instaladas no bairro do ipsep. Me arrisco, inclusive, a dar um palpite: a prefeitura retoma a posse do local, faz os devidos ajustes nelas e elege um grupo de empresas da vizinhança para adotá-las, motivando uma concorrência sadia em torno das mais bem cuidadas." Sabrina Cavalcanti - IPSEP, por e-mail

"O bairro do IPSEP, onde existe uma sede da 6ª Dircon, precisa de mais zelo. As invasões de praças e calçadas é uma constante sem que nenhuma providência seja tomada pelas autoridades municipais. Um exemplo disso são duas praças localizadas na avenida Recife, próximas a entrada para o bairro do Ibura, que estão invadidas por quase uma dezena de comércios há anos e nada é feito para devolver esses espaços públicos de lazer para população. Área foi privatizada por meia dúzia de espertalhões que alugam e até vendem os pontos para exploração comercial. Gente que está lucrando alto com o bem público, pois desfilam com carrões e moram em casas de luxo, é lógico, não pagam IPTU, ICMS, ISS, muitos deles nem água e nem luz porque utilizam sem pagar na maior cara de pau. Não precisam registrar funcionários, abrir firma, nada. Local prevalece a Lei dos mais espertos. Ao lado, moradores os otários, com imóveis legalizados, dentro Lei, que pagam os seus IPTUs, água e energia em dia e são obrigados a conviver com essa bagunça, barulho, sujeira, degradação e até com prostituição sem poder fazer nada. E não adianta se mobilizar em Associação, fazer Abaixo Assinado, reuniões, acionar o Ministério Público, nada consegue tirar da inércia o poder público. E parece que os invasores somos nós, porque eles não saem nunca de lá. E isso só ocorre, certamente, porque eles contam com a cobertura de gente da Prefeitura ou do Governo, ou são apadrinhados de algum político ou cobram por fora para fazer vista grossa para o problema. Agora perguntamos: a quem nós moradores incomodados podemos recorrer? Aderirmos à desobediência civil e não pagar mais o IPTU? Será que teremos que recorrer à bandidagem e fazer justiça com as próprias mãos e derrubar e colocar fogo naquilo tudo? Paciência tem limite!" Alexandre Figueirredo - IPSEP, por e-mail

"Se em outras cidades a invasão de área pública, principalmente de praças, é um fato impossível de acontecer, no Recife, principalmente no bairro do Ipsep, a prática se torna comum, diante da omissão das autoridades e da incompetência e falta de autoridade da própria prefeitura. Os exemplos estão espalhados por várias praças do bairro do Ipsep. A impunidade tem sido a marca registrada nestes casos. Até a prefeitura prefere fechar os olhos a exigir o cumprimento da lei. E com isso as áreas públicas são transformadas em áreas particulares ocupadas por bares, restaurantes, lanchonetes, borracharias, venda de produtos comestíveis, de plantas, tapeçaria para automóveis, acessórios para veículos, lava-jato, etc. Um mal exemplo está num corredor importante da cidade, na avenida Recife, altura do número 2.500, próximo da avenida Dom Helder Câmara, entrada para o bairro do Ibura, onde vários comércios foram efetivamente construídos onde deveriam ser praças. A falta de preocupação da prefeitura com o cumprimento da lei de ocupação das áreas urbanas da capital foi, certamente, o que levou a ocupação dos locais. A existência daqueles comércios nesses locais é uma afronta a sociedade e a prova da incompetência do poder público em gerenciar a nossa cidade." Marcelo Villa Bella - IPSEP, por e-mail

"Gostaria de parabenizar o website da AMEI. Vejo este espaço como um exemplo moderno de como podemos ter um futuro melhor no exercício da moderna comunicação e da união faz a força, já que o cidadão só é fraco e unidos tornam-se fortes. Gostaria de saber como nos tornamos sócios e também dizer da felicidade em saber que a associação comunga da idéia de termos no IPSEP praças livres das invasões e revitalizadas e que a Prefeitura tem andado alguns passos nesse sentido. Gostaria de dizer dos benefícios que traria para a nossa cidade como um todo  o êxito dessa campanha de vocês voltada a esse tema. O resultado é fantástico para o visual, para a saúde, para o meio ambiente etc. Recife poderia ser a capital brasileira das praças, pois é uma cidade plana em sua geografia e também bem arborizada." Edemerval da Costa Lira Neto - IPSEP, por e-mail

"Moro em uma transversal da avenida Recife, convivo diariamente com o problema da prostituição embaixo do meu nariz, só as nossas autoridades e que não vêem ou não se importam com o fato. Aliás eles se importam muito pouco com o bem-estar da população. Além das algazarras, tráfico de drogas, falta de respeito aos moradores, seja jovem, velho ou criança, as prostitutas e os travestis usam as praças (que estão ocupadas por comércios ilegais) da nossa comunidade para fazerem seus programas além de fazerem suas necessidades fisiológicas, o local é um cheiro de fezes insuportável que o Sr. prefeito do município deveria senti-lo de vez em quando, só assim talvez eu tivesse nosso IPTU reduzido, pela inoperância e falta de competência dos órgãos públicos em tomar providência. Seria bom que os moradores, através da Associação do IPSEP entrassem na justiça pra contestar esse imposto pois pouco é revertido ao bairro em serviços da Prefeitura." André Novaes Campos- IPSEP, por e-mail

"Acredito que só mesmo por via judicial os moradores do IPSEP poderão se verem livres das invasões das praças e calçadas em frente as suas casas. Porque esperar por esses políticos dementes e interessados somente em votos, e justamente em época de eleições, não farão nada. Pra eles, não interessa resolver o problema da população esclarecida, mesmo sendo essa a que paga impostos e que estão com seus imóveis desvalorizados por essa vizinhança maldita, pois ninguém aqui vota neles. A AMEI - Associação de Moradores está certíssima em cobrar das autoridades da forma que vem fazendo, para ver se esses lerdos instalados na Prefeitura e nessa tal Dircon, que é só cabide de empregos, passem a fazer algo útil pela nossa cidade, se movam a nosso favor algum dia. É por isso nunca vemos uma diminuição desse problema pela cidade. São esses invasores que elegem esses maus políticos, que depois nomeiam os diretores dessas Dircons e como resultado: é invasão por todos os lados, seja pelas ruas, praças, calçadas, beiras de rios, córregos e canais. Isso é o que eu chamo de "roleta russa" na cabeça dos cidadão de bem, pois conseguem a cada ano multiplicar em dezenas o número de ocupações por toda cidade e o no nosso querido bairro do IPSEP virou referência nesse vergonhoso quadro. Sandro S. Gomes - IPSEP, por e-mail

"A última pesquisa DataFolha mostrou que o prefeito João da Costa é realmente fraco, despreparado e não tem capacidade de administrar uma metrópole como a cidade do Recife. Hoje, já é a maioria que pensa assim. O atual prefeito quase nada fez, as mudanças prometidas e que iriam acontecer ficaram só na imaginação dele, para decepção da população. A inexperiência, a arrogância, a incapacidade e o despreparo administrativo foram a tônica do atual governo na cidade, durante os últimos 2 anos. E com o Santo Lula na presidência, orçamento gordo e tudo mais. Essa história de eleger os amigos de administradores aprovados nunca deu certo, foi assim em São Paulo com Maluf apoiando Celso Pitta, agora aqui com os Joãos e, infelizmente será também no planalto com Lula elegendo Dilma. Quem viver verá." Adroaldo Figueiredo - IPSEP, por email

"Até hoje estava convicto que o mal da nossa cidade era que poucos pensavam no bem coletivo, e que a maioria só se preocupava com o seu lado, os dos outros que se danassem! Contrariando esta minha convicção, a rara e surpreendente iniciativa como da AMEI, acabou me fazendo repensar minha posição. Conclui que na atual conjuntura, não seria sensato, para nós moradores, desperdiçar esta oportunidade impar de fundar uma entidade desta importância, senão, faltarão colaboradores para ajudar a erguer esta bandeira e seguir em frente. Por isso, como, ainda sou morador do IPSEP, trabalharei para incentivar a todos que queiram se dispor a comprar esta briga (estou me dispondo desde já), que só terá um vencedor: o Bairro e a Cidade como um todo. Estou convicto que uma Associação de Moradores no bairro do IPSEP abriria muitas portas até então fechadas para esses projetos e muitos outros anseios dos moradores." Eduardo Andrade Freire - Estância, por e-mail.

"Tenho a certeza que não é do perfil dos Moradores do Ipsep, liderar movimentos com poder de articulação de massa. A Classe Média residente nesta região está totalmente orfã de lideranças para catalizar e mobilizar a comunidade para aspirar e reivindicar seus pleitos. Considero uma brilhante idéia a criação de uma Entidade que visa buscar as soluções para os nossos problemas Metropolitanos. Mas, com certeza, não será fácil conseguir colaboradores, e se conseguir, terá extremas dificuldades de articular com motivação de integração associativista essas pessoas. Será mais uma boa idéia que não sairá do papel e continuaremos nossa vidinha e conformismo de sempre." João Cardoso Melo - IPSEP, por e-mail.

"É louvável qualquer iniciativa que vá de encontro aos anseios da nossa população. No caso específico do Ipsep, me surpreendeu saber que um Bairro do tamanho da sua importância, ainda não tenha uma entidade que o represente perante os poderes públicos. Agora entendo, o motivo de tamanha degradação ocorrida neste Bairro nos últimos tempos, haja vista a situação deplorável da nossa principal avenida e da maioria das nossas praças que estão ocupadas e entregues aos ambulantes e ao lixo. Sem sombra de dúvidas, que isso só ocorre por não ter nenhuma voz para defendê-lo." Célia Silva Nascimento - IPSEP, por e-mail.

"Uma Associação de Moradores e Empresários no IPSEP se faz necessária há muito tempo, este Bairro, ao meu ver, está abandonado pelo poder público e ignorado pelos seus moradores. Um entidade representativa poderia começar a por em ordem na Praças invadidas que temos por todo Bairro que estão entregues aos marginais disfarçados de comerciantes, tráfico de drogas e prostitutas, que fazem ponto todas as noites pra quem quiser assistir. A prefeitura do Recife faz vista grossa aos acontecimentos. Uma vergonha para o Recife. Quem ama o IPSEP, como eu, não faltará a esse pedido de socorro para nosso Bairro. É assim, ou combinaremos para que o último que sair apague a luz." Jairo Boaventura Xavier - IPSEP, por e-mail.

"Quero parabenizar por esta urgente iniciativa em nos mobilizarmos em prol da coletividade, começando pelo local onde escolhemos para morar e;ou trabalhar, que é Boa Viagem e Setúbal; mas conseguiremos atingir os nossos pleitos, se tivermos uma efetiva representatividade dos seus habitantes. Podemos começar com esta simples ação que corre há meses tornando fétido uma das principais avenidas e locais que freqüentam a alta sociedade pernambucana: políticos, empresário, artistas e os mais nobres turistas. O luxo no lixo - venha visitar e constatar com os próprios olhos e nariz o esgoto fétido e imundo circulando nas ruas e calçadas da Avenida Domingos Ferreira próximo ao restaurante Famiglia Giuliano; não sei como os seus requintados freqüentadores conseguem entrar e sair sem que venha vomitar com tamanha fedentina. Isto é uma vergonha e calamidade pública." Marcio Antônio Bezerra - IPSEP, por e-mail.

"Para quem não acredita mais que as árvores do Recife tem salvação, bastou um denúncia por telefone a Brigada Florestal do IBAMA, pelo telefone (81) 3355.2112, denunciando que os invasores de uma praça na avenida Recife, onde existe um comércio de plantas e jardinagem, na altura do número 2.400, no bairro do IPSEP, estavam cortando as árvores da praça sem autorização, apenas para destruir o local, em 15 minutos uma viatura do IBAMA com 4 agentes armados até os dentes, chegaram ao local, fotografaram, exigiram o fim do corte e só não levaram o responsável pelo crime porque ele evadiu-se do local, deixando apenas o funcionário que estava cortando as árvores. Não puderam lavrar um multa porque o comércio é clandestino, instalado numa praça invadida, graças a omissão da Prefeitura do Recife." Alexandre Figueiredo – assessor de comunicação da AMEI, IPSEP, por e-mail

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######################################## NOVEMBRO/DEZ/2010
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######################################## JANEIRO/2011

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