SEU VOTO

PROMESSAS VAZIAS. AQUI NÃO!
AGORA, NOSSO VOTO É SÓ PARA QUEM TIVER COMPROMISSO COM O IPSEP

Vergonhosamente, a incompetência Oficial não é capaz de cumprir seu dever e parece cúmplice do que ocorre de errado!

É insuportável e não sei a que se deve, a mania que entidades de governo responsáveis (?) por serviços de interesse público têm de, quando pressionados ou simplesmente cobrados para que cumpram suas obrigações, principalmente nos casos de clamor público, comportarem-se feito uns “alienados” que passam a praticar um discurso enjoado, complicado, repleto de evasivas e de promessas vãs que, por um instante tapeia muita gente de boa fé que logo verifica ter sido vítima de omissos que não resolvem coisa alguma e, o que é muito pior, a situação se agrava!

Por isso, a AMEI tentará garantir que o IPSEP fique mesmo livre definitivamente de todas mazelas negligenciadas, incentivadas ou patrocinadas pelo poder público. Para isso, foi realizada um grande mobilização no Bairro. Nossos sócios efetivos realizaram um enorme trabalho de conscientização dos eleitores, visando as eleições municipais de 2012. A proposta que foi apresentada para a população é que só deveriam ganhar votos na comunidade os candidatos que registrarem em cartório os seus compromissos com o Bairro do IPSEP.

RESUMO DAS REIVINDICAÇÕES PRELIMINARES AOS CANDIDATOS
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  • Inspeção periódica da iluminação pública, limpeza das ruas, galerias pluviais, canais, coleta diária de lixo, entulhos, etc. Uma constante manutenção da infra-estrutura do Bairro.

  • Medidas urgentes e eficazes para acabar com as constantes enchentes no Bairro.

  • Desocupação e revitalizações de várias praças do Bairro (2 na Avenida Recife), praças Aleixo Oliveira (ao lado da Igreja Matriz), dos Brotos (na Sudene) e do Avião.

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VEJA FOTOS DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS DO IPSEP

LEIA TAMBÉM: CARTILHA PEGA LADRÃO (evitE o roubo de dinheiro público)
 
ENGODO NO IPSEP, NUNCA MAIS!!!

A nossa meta: sem a promessa de atender as reivindicações acima, em um Termo de Compromisso devidamente registrado no Cartório de Documentos da Capital, nenhum candidato a cargo político ganharia mais o apoio e nem o voto dos Moradores e Empresários do IPSEP. 

Chega de acreditarmos em promessas vazias. Vamos acabar com todo o engodo político de seguidas décadas no Bairro do IPSEP. Quem quiser o nosso voto para se eleger, vai ter que se comprometer, através de documento registrado, a trabalhar pelo nosso Bairro até o fim do seu mandato.

Assim, o político que tentar nos enganar novamente, aceitando o que propomos e, depois de eleito, deixar de cumprir a sua parte, arcará com as conseqüências na justiça. De posse desse documento (com registro em cartório e valor jurídico inquestionável), poderemos então processá-lo por estelionato, por descumprimento dos compromissos. Inclusive, poderemos pleitear indenizações por perdas e danos.

Nosso voto seria a nossa moeda de troca com os políticos em favor do nosso Bairro. Chega de elegermos figuras decorativas para a Câmara Municipal do Recife e de apostarmos no escuro na escolha do prefeito do Recife. Não vamos mais fazer do voto um protesto. Fazendo isso é o mesmo que insistir apostando na loteria. As chances de acertar continuam sendo mínimas. E pior, só se pode fazer uma nova aposta a cada quatro anos.

O Bairro do IPSEP precisa ter verdadeiros representantes no Governo. Gente nossa, com quem possamos contar de verdade. Políticos que só vê o bairro do IPSEP apenas como a sua residência, não nos interessa mais. 

Construindo um eleitor mais consciente

Nem toda iniciativa que tem a política como alvo está fadada ao descrédito. Em meio ao bombardeio de apelos característicos do ano eleitoral, em que os candidatos fazem de tudo para conquistar a simpatia e, principalmente, o voto do cidadão, muitos grupos sociais realizam trabalhos voluntários para integrar e conscientizar as pessoas, visando uma mudança na estrutura sócio-econômica-política do Brasil.

Em parceria com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), com a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), com a Unicef, e com a Escola de Formação Quilombo dos Palmares (Equip), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas estão desenvolvendo um projeto direcionado aos adolescentes de todo o Estado, considerado os “eleitores em potencial”.

A campanha de Participação Política 2004, cujo tema é “Voto não tem preço, tem consciência”, consiste em palestras e encontros de jovens de todo o Nordeste, que trocam as suas experiências de cidadão político. O trabalho é complementado com a leitura da cartilha “Voto adolescente: uma conquista cidadã”, que por objetivo orientar os jovens sobre a história e a importância do voto, e sobre o conceito de democracia. Outra parceria da CNBB/Cáritas com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), é a Campanha de Combate à Corrupção Eleitoral, baseada na lei federal n° 9.840, pela ética na política. A intenção é fazer as pessoas denunciarem atos de corrupção eleitoral nos municípios do Estado.

O Comitê da Ação da Cidadania Pernambuco Solidário, além de realizar a distribuição de alimentos à comunidades carentes, também desenvolve trabalhos de orientação eleitoral. Mantendo uma tradição de mais de 10 anos, a organização lançou a sexta edição da Cartilha do Voto Ético 2010, que será levada a cerca de 51 municípios e 200 comunidades da Região Metropolitana do Recife.

Para o coordenador da Ação da Cidadania, Anselmo Monteiro, “os analfabetos também não serão esquecidos”. “A proposta é ir às comunidades carentes, que freqüentemente trocam seus votos por qualquer tipo de assistência, utilizando uma caixinha de som para ler a cartilha em voz alta, dando oportunidade de conhecimento às pessoas analfabetas, que serão convidadas a valorizar sua cidadania na hora de votar”, destacou Monteiro. “Onde o voto estiver sob ameaça estaremos lá”, complementou.

TRE ensina o bê-a-bá a quem vai às urnas

         Principal órgão regulamentador das eleições no Estado, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) desenvolve muitas ações destinadas a levar mais conhecimento político ao eleitorado de Pernambuco. Como acontece durante os períodos eleitorais, o TRE disponibiliza todo um sistema para sanar as dúvidas dos cidadãos, como a confirmação e localidade da zona eleitoral, explicações de uso da urna eletrônica, além do serviço de denúncias, que devem ser feitas apenas mediante a fatos procedentes, que possam ser provados.

“Não há uma informação que o eleitor precise, que ele não encontre no TRE”, frisou o secretário de Recursos Humanos, Daniel Rocha.

 “Atualmente o TRE faz um trabalho gigantesco de orientação ao eleitorado, informando desde como ele deve adquirir o seu título de eleitor, escolher o seu candidato, decidir a votar, e utilizar a urna”, disse Rocha. O secretário ainda enfatizou a importância da continuação do trabalho realizado na campanha passada, em que formadores de opinião e juízes voluntários das comarcas de alguns municípios realizam palestras sobre o direito à cidadania e a representatividade do voto.

O TRE também estuda uma maneira atrativa para conscientizar os “pequenos cidadãos”. Considerada ainda um plano piloto, porém em avançado grau de discussão, estuda-se a elaboração da Escola Judiciária do Eleitor do Futuro, cujo objetivo é atingir os futuros eleitores, com idade entre 10 a 15 anos, formulando uma eleição paralela nas escolas particulares, em que os estudantes simulariam uma eleição com direito a candidatos próprios, que apresentariam suas propostas de governo e campanha eleitoral. “Vamos também lançar uma cartilha para este público com noções de cidadania, como votar, como funciona uma área legislativa e noções de Constituição. Mas ainda não temos uma previsão de lançamento, acredito que só na próxima eleição”, afirmou o secretário.

Sites tiram as dúvidas

         Além dos trabalhos de conscientização desenvolvidos pelas organizações não-governamentais do Estado, e dos serviços de acompanhamento e informações do Tribunal Regional Eleitoral, o cidadão ainda pode contar a Internet, poderoso veículo de comunicação que disponibiliza inúmeros sites com informações sobre o processo político em geral e sobre as eleições municipais. “Navegando” pelo mundo digital, o eleitor encontrará desde artigos educativos acerca da política, à prestação de contas dos candidatos das eleições passadas.

Com o objetivo de combater a corrupção no País, incentivando os cidadãos à denunciarem todos os tipos de irregularidades encontradas, a Organização Transparência Brasil disponibiliza em seu site (www.transparencia.org.br) pesquisas sobre temas relacionados ao seu campo de atuação, como dados de compra de voto no País, históricos de atos ilícitos nas Prefeituras de cada região, além de fornecer artigos, manuais e publicações para conscientizar-nos da importância da cidadania.

Para quem deseja conhecer o poder de barganha financeira dos candidatos, a organização As Claras (www.asclaras.org.br) oferece todas as informações e análises sobre financiamento aos candidatos nas eleições passadas. Lá estão relatados todos os “patrocinadores” dos políticos que concorreram nas eleições passadas, e que concorrerão novamente nestas eleições disputando cargos majoritários.
          Se a intenção é conhecer o perfil e as propostas de governo do seu candidato, a Internet também é uma boa opção. Não só os prefeituráveis, mas alguns candidatos a vereador aderiram a este meio tão de informação, construindo páginas pessoais, que proporcionam contatos direto com o eleitor.

Eles exercitam a cidadania nas urnas

         Mesmo após conquistar o direito do voto facultativo, que isenta as pessoas com mais de 16 e menos de 18 anos e maiores de 65 anos da obrigação de votar, ainda há muita gente que não abre mão do exercício da cidadania. É o caso dos octogenários Severino Ramos de Barros, ex-militar da reserva aposentado, e Abelardo da Hora, famoso artista plástico pernambucano. Seguindo a tradição do pai, que sempre manifestou sua opinião política, Ramos afirma que “só deixará de votar quando não puder mais andar”.

 “É um dever do cidadão escolher o seu representante, e ter consciência que essa escolha deve ser feita pela análise das propostas, pela capacidade de cada candidato”, afirmou o militar aposentado. Porém, Ramos ressaltou que com o passar dos anos, as eleições e o processo político como um todo “sofreram modificações negativas”. “Hoje não é como há 30, 40 anos atrás, época em que os políticos tinham menos regalias, e eram penalizados com mais freqüência pelos seus erros. Agora tem lei que acoberta qualquer ato político irregular”, reclamou ele, complementando que esse também é um dos fatores que o faz não dispensar o direito de votar. “Pelo menos posso votar contra o candidato que não gosto”, disse.

O artista plástico Abelardo da Hora reforça o discurso de Ramos frisando que “o voto é uma arma espetacular, um dever sagrado”. “Deixar de votar é se anular como cidadão, é fugir da responsabilidade de cumprir seu dever frente a uma futura gestão que vai lhe representar, seja ela municipal, estadual, ou nacional. Só quem perdeu um dia perdeu o direito de expressar sua opinião sabe dar valor à democracia”, enfatizou o artista, referindo-se ao Golpe de 64.

Abelardo ainda resgatou o sentido da palavra democrata - que quer dizer adepto à democracia -, classificando-a como “a pessoa que tem seus próprios ideais, mas que acima de tudo sabe respeitar os demais cidadãos”. “Sou comunista, e voto em quem defende essa postura. Mas não declaro (revelo) o meu voto a ninguém, porque isso fere os direitos da cidadania”, explicou.


“Voto é a afirmação das pessoas”

         É muito fácil encontrar pessoas que dizem não possuir qualquer interesse pela política. Isso acontece principalmente pela falta de impacto direto das ações políticas na vida de grande parte da sociedade. Mas a política, como dizem os próprios estudiosos, é o meio pelo qual o cidadão escolhe o seu destino. “Nas eleições nós escolhemos os governantes que farão as leis que deveremos cumprir. Ficar alheio a este processo é um erro, porque mais tarde não poderemos nos esquivar dos impactos da nossa omissão”, lembrou o cientista político André Regis.

Para o cientista político e membro do grupo de estudos de Sistema Eleitoral e Partidos Políticos da UFPE, Hely Ferreira, o direito do voto “é a afirmação da pessoas como ser social”. “O voto decide não apenas o nosso destino dentro da sociedade, mas também incentiva o nosso papel como cidadãos, que têm direitos e deveres. Vale lembrar que em Atenas, local onde surgiu a democracia, aquele que não decidia o destino da sociedade era chamado de idiotês. É o mesmo que hoje chamamos vulgarmente de idiota”, explicou Ferreira, complementando que “o cidadão que não conhece a Constituição não tem como exercer a cidadania”.

O cientista político e doutor em Direito pela UFPE, Zélio Furtado, explica que “modernamente, o conceito de cidadania tomou outra feição, ampliando-se para ser tudo aquilo que diz respeito à dignidade da pessoa humana”. “Exercer a cidadania em sentido real, é poder gozar ativamente de uma convivência social sem qualquer discriminação, é a capacidade jurídica dada a alguém de participar do processo eleitoral, de votar e ser votado”, frisou Furtado. Para ele, o voto é instrumento de um processo de escolha, por isso se requer alguns cuidados em seu exercício, sob pena do seu desvirtuamento, o que normalmente ocorre, conseqüência do jogo de interesses disputado por forças políticas.

''A participação das ONGs é sem dúvida de muita importância, porque esclarece ao eleitor menos consciente sobre o enorme poder do voto, e de como se chegar a uma opção, senão a melhor, a mais comprometida com os interesses da coletividade”, disse Furtado.

reportagem especial da Folha de Pernambuco, por Renata Gondim)

O poder dos políticos emana do voto popular. Portanto, cabe ao eleitor a responsabilidade de escolher o candidato que reúna as qualidades necessárias para exercer o poder com justiça, competência e transparência.
CIDADANIA DE A~Z FAÇA VALER OS SEUS DIREITOS CONDIÇÃO PÚBLICA
DEMOCRACIA PARTICIPATIVA   Um Poder distante do cidadão
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OPINIe SOBRE ESTE ASSUNTO (MURAL)
Leia também: CARTILHA PEGA LADRÃO (evitE o roubo de dinheiro público)
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