IMPRENSA

VILA DO IPSEP NA MÍDIA

BAIRRO DO IPSEP É DESTAQUE NA IMPRENSA

 

JORNAL DO COMMERCIO, EDIÇÃO DIA 19/04/2010 = Cartas do Leitor

Praças do Ipsep

Duas praças no bairro do Ipsep estão ocupadas há anos por comerciantes clandestinos. São oficinas mecânicas, equipadoras de carros, venda de veículos, lanchonete, bar, venda de plantas, capotaria, etc. Essas praças ficam na Avenida Recife, na altura dos números 2200 e 2400, entre as Ruas Alaíde de Sá Leitão e Maria José Mota da Silveira. Ali existem duas caixas d"água desativadas. O local está servindo também para uso e tráfico de drogas, prática de sexo, desova de veículos roubados e carros abandonados, além de lixo acumulado. Não bastasse ainda, tem os antigos reservatórios de água abertos com risco de contaminação por dengue. A comunidade já acionou o Ministério Público e a prefeitura, mas até agora não obteve resposta. Agora começou a se organizar uma Associação de Moradores e Empresários (Amei) para entrar na Justiça requerendo à reintegração de posse dos locais, com a imediata demolição dos imóveis irregulares e a desocupação do local para adoção das praças e devolvê-las à comunidade revitalizadas, com bancos, playground, jardim, iluminação e espaço para lazer. Está sendo elaborado um abaixo-assinado para ser anexado ao processo.

 

FOLHA DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 21/04/2010 = Folha da Cidade, Robson Sampaio

Invasão nas praças do Ipsep

Leitores denunciam que duas praças, no Ipsep, são ocupadas, há anos, por comércio clandestino. São oficinas mecânicas, capotaria, equipadoras e venda de carros, lanchonete, bar, venda de plantas, etc. Os locais ficam, na Avenida Recife, na altura dos números 1.000 e 1.250, entre as ruas Alaíde de Sá Leitão e Maria José Mota da Silveira. Lá, existem duas caixas d’água desativadas e servindo também para uso e tráfico de drogas, prática de sexo, desova de veículos roubados e carros abandonados, além de lixo acumulado. Se não bastasse, há risco de dengue, pois os reservatórios d’água estão descobertos. Os moradores já acionaram o Ministério Público e a Prefeitura do Recife, mas não tiveram respostas. Agora, a Associação de Moradores e de Empresários do Ipsep (AMEI) se organizam para entrar na Justiça, pedindo a reintegração de posse, com imediata desocupação e demolição dos imóveis irregulares. A AMEI vai adotar e revitalizar as praças, devolvendo-os à população, com bancos, playground, jardim, iluminação, espaço para lazer, etc. E já prepara um abaixo-assinado para ser juntado ao processo.
 

GAZETA NOSSA, EDIÇÃO DIA 25/04/2010 = Paulo Rocha

Associação faz abaixo assinado pelas praças do Ipsep

A AMEI - Associação de Moradores e Empresário do Ipsep sai às ruas em busca de soluções para os problemas do bairro. Criada recentemente, já espalhou cartazes e panfletos divulgando abaixo-assinado pela desocupação de praças invadidas por comércio ilegal.

Para participar do movimento, basta ligar 8691.3131 ou mandar e-mail para ameiipsep@gmail.com. Outras informações no site www.ameiipsep.hpg.com.br

 

FOLHA DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 13/05/2010 = Folha da Cidade, Robson Sampaio

Esqueceram o Ipsep?

A Associação de Moradores & Empresários do Ipsep (AMEI) lançou a campanha “As Praças são Nossas”, com panfletos e colhendo assinaturas para recuperar as praças, hoje, ocupadas por barracas e outros tipos de comércio. A AMEI, com o respaldo das assinaturas, entrará com representação na Promotoria de Urbanismo do Ministério Público contra a Prefeitura do Recife para reintegração de posse dos locais. Segundo as denúncias, as praças do IPSEP são ocupadas, há anos e irregularmente,por oficinas mecânicas, auto-elétrico, equipadoras de carros, venda de veículos, lanchonete, bar, comércio de plantas, capotaria, etc. Elas ficam na Avenida Recife, na altura dos números 2.200 e 2.400, entre as ruas Alaíde de Sá Leitão e Maria José Mota da Silveira. Informações para o abaixo assinado: ameiipsep@gmail.com e 8691.3131.

Criadouro de dengue?

Lá, nas praças do Ipsep, existem duas caixas d’água desativadas e destampadas e com risco de contaminação por dengue para toda vizinhança. Rolam ainda uso e tráfico de drogas, prática sexo, desova de veículos roubados e lixo acumulado.

 

GAZETA NOSSA, EDIÇÃO DIA 20/05/2010 = Paulo Rocha

ESPAÇOS PÚBLICOS
Empresários e moradores da Avenida Recife querem de volta praças invadidas


A reclamação vem de empresários da Avenida Recife e entorno, que preferem não se identificar. Veja o e-mail indignado: “Duas praças no bairro do IPSEP estão ocupadas há anos por comércios clandestinos. São oficinas mecânicas, equipadoras de carros, venda de veículos, lanchonete, bar, comércio de plantas, capotaria, etc. Os locais ficam na Avenida Recife, na altura dos números 1000 e 1250, entre as ruas Alaíde de Sá Leitão e Maria José Mota da Silveira. Lá existem 2 caixas d'água desativadas. O local está servindo também para uso e tráfico de drogas, prática de sexo, desova de veículos roubados e carros abandonados, além de bastante lixo acumulado. Não bastasse, os antigos reservatórios de água estão abertos com risco de contaminação por dengue para toda vizinhança. A comunidade local já acionou o Ministério Público e a Prefeitura, mas até agora não obteve uma resposta positiva. Agora começa a se organizar numa Associação de Moradores e Empresários (AMEI) para entrar na Justiça requerendo a reintegração de posse dos locais, com a imediata demolição dos imóveis instalados irregularmente e a desocupação do local, para poderem adotar os espaços, devolvendo-os revitalizados à população com bancos, playground, jardim, iluminação e espaço para lazer”.
Segundo os empresários, já está sendo preparado um Abaixo Assinado para juntar ao processo. Abaixo uma das fotos do local.

 

DIARIO DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 22/05/2010 = Diario Urbano, Luce Pereira

A lista

A Associação de Moradores e Empresários do Ipsep (AMEI) reúne alguns dos maiores problemas que o bairro enfrenta e manda a lista para a coluna. Começam pelas obras de expansão da Igreja Nossa Senhora da Conceição Aparecida, paradas há mais de dois anos. Não falta quase nada, só portas, janelas e o piso do salão principal, além de pintura, bancos e luminárias. E na frente da igreja, a Praça Aleixo de Oliveira está com todos os equipamentos destruídos. Só.

Terra de ninguém

No quesito segurança, as queixas são pequenas. Marginais estariam utilizando a Praça Aleixo de Oliveira para traficar e consumir drogas, o mesmo acontecendo na área do terminal de ônibus; alunos da Escola Professor José Vicente Barbosa, sendo aliciados por tais traficantes; e a frequência às missas, cada vez menor, pelo medo dos fiéis de cruzar com essa turma. Quanto ao lixo, só falta mesmo varrer as ruas, juntá-lo e providenciar a coleta. Ufa.

 

DIARIO DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 27/05/2010 = Cartas

Esqueceram o Ipsep

A Igreja Nossa Senhora da Conceição Aparecida (Matriz do Ipsep) agoniza com a falta de dinheiro para tocar a sua obra de expansão, parada há mais de dois anos. A igreja ainda não conseguiu comprar as portas, janelas e o piso do salão principal. Falta acabamento, pintura, bancos, luminárias etc. A Praça Aleixo de Oliveira, em frente à igreja, está abandonada, com os aparelhos destruídos, inclusive a quadra de esportes (usada também pela escola ao lado). Hoje está servindo para ponto de encontro de marginais, tráfico e consumo de drogas. O terminal de ônibus do Ipsep, idem. Alunos da Escola Professor José Vicente estão sendo aliciados por traficantes que dominam o pedaço. No Recife agora é assim: a cidade é a gente quem faz, e a prefeitura só nos cobra impostos e nada faz. AMEI - Associação de Moradores e Empresários do Ipsep.

 

TV GLOBO, CANAL 13, NETV 1º EDIÇÃO, DIA 01/06/2010

Praça do Ipsep é retrato do abandono

Moradores estão assustados e preocupados com a praça Aleixo de Oliveira, onde só há sujeira e criminalidade

No bairro do Ipsep, na Zona Sul do Recife, moradores estão assustados e preocupados com a praça Aleixo de Oliveira. Lá não há mais brinquedos, os muros foram destruídos e há muita sujeira. Em frente a praça está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que já chegou a ser invadida por um homem armado.

A última reforma da praça foi há mais de dez anos. Hoje, a quadra de esportes está muito danificada. As grades, enferrujadas, partidas. “Isso aqui está em pleno abandono. As crianças não têm onde brincar. A última vez que reformaram a praça foi na década de 90”, disse o autônomo Genílson Lima.

A comunidade diz que essa falta de cuidado faz do espaço um lugar onde algumas pessoas vão para consumir e traficar drogas, a qualquer hora do dia.

O problema da insegurança da praça acaba afetando também a rotina da igreja da comunidade. Ela começou a ser reformada há três anos, mas - há sete meses - o dinheiro acabou e o trabalho ficou pela metade.

O prédio da igreja está pronto, mas falta o acabamento. Não há piso, portas nem janelas. As estruturas de ferro do telhado viraram ninho de pombos. O aposentado Geraldo Magela, do Grupo de Apoio Paroquial, diz que a violência já chegou por aqui. “Essa praça é cheia de marginais e um deles, alcoolizado, entrou armado e assustou os moradores. Tem gente deixando de vir às missas de noite com medo da violência”, falou.

O bairro é atendido com rondas realizadas pelo efetivo do 19º Batalhão, que irá reforçar o policiamento no local. As escolas próximas também serão atendidas pelas rondas da Patrulha Escolar, que ajudarão na segurança da comunidade. Os moradores podem entrar em contato com a unidade através do telefone 3181-3573.

Sobre a revitalização da praça, o presidente da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), Carlos Muniz, afirmou que o projeto está em andamento. “Nesta região, seis praças já foram revitalizadas e uma nova está sendo construída, em parceira com uma empresa privada, em Jardim América. O projeto fica pronto até 4 de setembro, quando será apresentado à comunidade e depois disso vamos abrir licitação”, explicou.

Da Redação do pe360graus.com

Assista o Vídeo | Praça do Ipsep é retrato do abandono

 

FOLHA DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 03/06/2010 = Folha da Cidade, Robson Sampaio

“As Praças são Nossas”

A Associação dos Moradores e Empresários do Ipsep (AMEI) finaliza a campanha “As Praças são Nossas", com cartazes e panfletos distribuídos nas casas e afixados em pontos comerciais do bairro. Através de abaixo-assinado, já obteve mais de mil assinaturas e a meta é chegar, até o próximo dia dez, a duas mil. Assim, respaldar uma representação, na Promotoria de Habitação e Urbanismo do MPPE, contra a Prefeitura do Recife.

Reintegração e posse

Com a representação, no Ministério Público de Pernambuco, a AMEI quer a reintegração de posse das praças ocupadas irregularmente, a revitalização, a adoção e a entrega aos moradores para o lazer. AMEI: 8691.3131e ameiipsep@gmail.com.

 

FOLHA DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 16/06/2010 = Folha da Cidade, Robson Sampaio

Esqueceram o IPSEP?
 

A Associação de Moradores & Empresários do IPSEP (AMEI) ameiipsep@gmail.com denuncia que a Igreja Nossa Senhora da Conceição Aparecida (Matriz do IPSEP) agoniza com a falta de dinheiro para tocar a sua obra de expansão, parada há mais de dois anos. A igreja ainda não conseguiu comprar as portas, janelas e o piso do salão principal. Faltam ainda acabamento, pintura, bancos, luminárias, etc. A Praça Aleixo de Oliveira, em frente à igreja, está abandonada, com os aparelhos destruídos, inclusive a quadra de esportes (usada também pela escola ao lado). A AMEI afirma que, hoje, serve para ponto de encontro de marginais, tráfico e consumo de drogas. O terminal de ônibus do IPSEP, idem. E o mais grave: alunos da Escola Professor José Vicente estão sendo aliciados por traficantes que dominam o pedaço. Os fiéis da igreja deixam de ir às missas por falta de segurança no local e, consequentemente, deixando de colaborar para as obras da igreja. O bairro está entregue a própria sorte, com invasões, praças ocupadas e abandonadas, falta de segurança, lixo por toda parte, tráfico de drogas, obras da PCR paradas, etc.

 

FOLHA DE PERNAMBUCO, EDIÇÃO DIA 11/08/2010 = Folha da Cidade, Robson Sampaio

Praças invadidas no Ipsep

Adroaldo Figueiredo, diretor da Associação de Moradores e Empresários do IPSEP (AMEI) - www.ameiipsep.hpg.com.br,  ameiipsep@gmail.com e (81) 3034.3135- faz a seguinte denúncia: “O Bairro do IPSEP, onde existe uma sede da 6ª Dircon, precisa de mais zelo. As invasões de praças e calçadas são constantes e sem que nenhuma providência seja tomada pelas autoridades municipais. Um exemplo disso são duas praças, na Avenida Recife, perto da entrada para o Bairro do Ibura, que estão invadidas, há anos, por quase uma dezena de lojas. E nada é feito para devolver esses espaços públicos de lazer para a população. A área foi privatizada, por meia dúzia de espertalhões, que alugam e até vendem os pontos para exploração comercial. Gente que está lucrando alto com o bem público, pois desfilam com carrões e moram em casas de luxo e, é lógico, não pagam IPTU, ICMS, ISS, água e luz. Não precisam registrar funcionários, abrir firma, nada. No local prevalece a “Lei dos Mais Espertos”. Ao lado, os moradores (os otários), com imóveis legalizados e dentro da Lei, pagam todos os impostos”. Figueiredo prossegue: “Além disso, os moradores do Ipsep ainda são obrigados a conviver com bagunça, barulho, sujeira, degradação e até com prostituição e sem poder fazer nada. E não adianta se mobilizar em associação, fazer abaixo-assinado, reuniões e acionar o Ministério Público. Nada consegue tirar da inércia o Poder Público. E parece que os invasores somos nós, porque eles não saem nunca de lá”.


 
 
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